sexta-feira, 5 de julho de 2013

Trecho do Livro: O PEQUENO PRÍNCIPE do autor Antoine de Saint Exupéry. Valor estimado do Livro:R$ 30,00.



Trecho do filme “O Curioso Caso de Benjamin Button”

"Nunca é tarde demais, ou cedo demais, para ser quem você quer ser. Não há limite de tempo. Comece quando quiser. Mude ou continue sendo a mesma pessoa. Não há regras para isso.
Você pode tirar o máximo proveito ou o mínimo. Espero que tire o máximo. Espero que veja coisas surpreendentes. Espero que sinta coisas que nunca sentiu antes. Espero que conheça pessoas com um ponto de vista diferente. Espero que tenha uma vida da qual se orgulhe. E se não se orgulhar dela, espero que encontre forças para começar tudo de novo. ’’


Concordam ou Discordam??



As grandes ideias são simples, humanas e belas! Conheça a Biblioburro! * Blue Domum*

Felizmente as bibliotecas itinerantes assumem formas de acordo com as condições geográficas e econômicas de cada país. Além dos carrinhos, são utilizados outros veículos, como barcos, bicicletas, camelos e burros.
Luis Soriano, um professor primário colombiano, há 10 anos, percorre as localidades da região de La Glória com o seu biblioburro, emprestando, lendo, e mostrando livros para quem tiver interesse em ver e ler.


O MOMENTO...

Muitas vezes nós temos medo de "nos jogar" em certas coisas, e deixamos o tão precioso momento passar, é o que eu sempre digo "tudo que acontece, TEM que acontecer", e as pessoas deixam o momento passar...e mais uma vez... finalizando apeguem-se ao momento, não deixem as pessoas irem embora em vão, não deixem de dizer aquilo que precisa ser dito por medo, não deixem que as coisas ao redor reflitam altamente em seu mundo, só VOCÊ gira em torno de si mesmo.

Autor desconhecido.

quarta-feira, 3 de julho de 2013

O texto abaixo circula na internet desde 2009, mas como ele se mantém atualíssimo, vale repassá-lo para os nossos amigos. Trata-se apenas de um opinião de um autor desconhecido.




                                           A EXTINÇÃO DOS PROFESSORES   

          O ano é 2.020 D.C. - ou seja, daqui a nove anos - e uma conversa entre avô e neto tem início a partir da seguinte interpelação:
 Vovô, por que o mundo está acabando?
 A calma da pergunta revela a inocência da alma infante. E no mesmo tom vem a resposta:
 Porque não existem mais PROFESSORES, meu anjo.
 – Professores? Mas o que é isso? O que fazia um professor?

           O velho responde, então, que professores eram homens e mulheres elegantes e dedicados, que se expressavam sempre de maneira muito culta e que, muitos anos atrás, transmitiam conhecimentos e ensinavam as pessoas a ler, falar, escrever, se comportar, localizar-se no mundo e na história, entre muitas outras coisas. Principalmente, ensinavam as pessoas a pensar.

  Eles ensinavam tudo isso? Mas eles eram sábios?
 Sim, ensinavam, mas não eram todos sábios. Apenas alguns, os grandes professores, que ensinavam outros professores, e eram amados pelos alunos.
  E como foi que eles desapareceram, vovô?
 Ah, foi tudo parte de um plano secreto e genial, que foi executado aos poucos por alguns vilões da sociedade. O vovô não se lembra direito do que veio primeiro, mas sem dúvida, os políticos ajudaram muito. Eles acabaram com todas as formas de avaliação dos alunos, apenas para mostrar estatísticas de aprovação. Assim, sabendo ou não sabendo alguma coisa, os alunos eram aprovados. Isso liquidou o estímulo para o estudo e apenas os alunos mais interessados conseguiam aprender alguma coisa.
          Depois, muitas famílias estimularam a falta de respeito pelos professores, que passaram a ser vistos como empregados de seus filhos. Estes foram ensinados a dizer “eu estou pagando e você tem que me ensinar”, ou “para que estudar se meu pai não estudou e ganha muito mais do que você” ou ainda “meu pai me dá mais de mesada do que você ganha”. Isso quando não iam os próprios pais gritar com os professores nas escolas. Para isso muito ajudou a multiplicação de escolas particulares, as quais, mais interessadas nas mensalidades que na qualidade do ensino, quando recebiam reclamações dos pais, pressionavam os professores, dizendo que eles não estavam conseguindo “gerenciar a relação com o aluno”. O professores eram vítimas da violência – física, verbal e moral – que lhes era destinada por pobres e ricos. Viraram saco de pancadas de todo mundo.
          Além disso, qualquer proposta de ensino sério e inovador sempre esbarrava na obsessão dos pais com a aprovação do filho no vestibular, para qualquer faculdade que fosse. “Ah, eu quero saber se isso que vocês estão ensinando vai fazer meu filho passar no vestibular”, diziam os pais nas reuniões com as escolas. E assim, praticamente todo o ensino foi orientado para os alunos passarem no vestibular. Lá se foi toda a aprendizagem de conceitos, as discussões de ideias, tudo, enfim, virou decoração de fórmulas. Com a Internet, os trabalhos escolares e as fórmulas ficaram acessíveis a todos, e nunca mais ninguém precisou ir à escola para estudar a sério.
        Em seguida, os professores foram desmoralizados. Seus salários foram gradativamente sendo esquecidos e ninguém mais queria se dedicar à profissão. Quando alguém criticava a qualidade do ensino, sempre vinha algum tonto dizer que a culpa era do professor. As pessoas também se tornaram descrentes da educação, pois viam que as pessoas “bem sucedidas” eram políticos e empresários que os financiavam, modelos, jogadores de futebol, artistas de novelas da televisão, sindicalistas – enfim, pessoas sem nenhuma formação ou contribuição real para a sociedade.

segunda-feira, 1 de julho de 2013

UM SHOW DE CULTURA NO PROJETO CENTENÁRIO DE VINÍCIUS DE MORAES DO CURSO DE LETRAS PORTUGUÊS DA UNIVERSIDADE ABERTA-UFPI, NO POLO DA CIDADE DE INHUMA-PI.


Alunos do polo de Inhuma-PI, apresentaram o projeto: Centenário de Vinícius de Moraes abordando a vida e obra do POETINHA. A culminância dos trabalhos foi marcado empenho, a preocupação, a vontade de que tudo saísse perfeito,a empolgação e a alegria, tudo isso foi visto e apreciado por nós professores (Irleny Lopes, Judson De Araujo Barbosa, Ana Luiza Gonçalves Rodrigues e Virmara Aguiar) e pelo público que os prestigiaram. Ficamos encantados com a dedicação de vocês! Continuem assim meus guerreiros e mais uma vez PARABÉNS!