Blog destinado aos amantes da língua portuguesa e dos sentimentos que as palavras causam ao serem apreciadas pelo doce prazer de ler.
sexta-feira, 16 de agosto de 2013
terça-feira, 13 de agosto de 2013
sexta-feira, 2 de agosto de 2013
sexta-feira, 5 de julho de 2013
Trecho do filme “O Curioso Caso de Benjamin Button”
"Nunca
é tarde demais, ou cedo demais, para ser quem você quer ser. Não há
limite de tempo. Comece quando quiser. Mude ou continue sendo a mesma
pessoa. Não há regras para isso.
Você pode tirar o máximo proveito ou o mínimo. Espero que tire o máximo. Espero que veja coisas surpreendentes. Espero que sinta coisas que nunca sentiu antes. Espero que conheça pessoas com um ponto de vista diferente. Espero que tenha uma vida da qual se orgulhe. E se não se orgulhar dela, espero que encontre forças para começar tudo de novo. ’’
Você pode tirar o máximo proveito ou o mínimo. Espero que tire o máximo. Espero que veja coisas surpreendentes. Espero que sinta coisas que nunca sentiu antes. Espero que conheça pessoas com um ponto de vista diferente. Espero que tenha uma vida da qual se orgulhe. E se não se orgulhar dela, espero que encontre forças para começar tudo de novo. ’’
As grandes ideias são simples, humanas e belas! Conheça a Biblioburro! * Blue Domum*
Felizmente as bibliotecas itinerantes assumem formas de acordo com as
condições geográficas e econômicas de cada país. Além dos carrinhos, são
utilizados outros veículos, como barcos, bicicletas, camelos e burros.
Luis Soriano, um professor primário colombiano, há 10 anos, percorre as
localidades da região de La Glória com o seu biblioburro, emprestando,
lendo, e mostrando livros para quem tiver interesse em ver e ler.
O MOMENTO...
Muitas vezes nós temos medo de "nos jogar" em certas
coisas, e deixamos o tão precioso momento passar, é o que eu sempre digo
"tudo que acontece, TEM que acontecer", e as pessoas deixam o momento
passar...e mais uma vez... finalizando apeguem-se ao momento, não deixem
as pessoas irem embora em vão, não deixem de dizer aquilo que precisa
ser dito por medo, não deixem que as coisas ao redor reflitam altamente
em seu mundo, só VOCÊ gira em torno de si mesmo.
Autor desconhecido.
quarta-feira, 3 de julho de 2013
O texto abaixo circula na internet desde 2009, mas como ele se mantém atualíssimo, vale repassá-lo para os nossos amigos. Trata-se apenas de um opinião de um autor desconhecido.
O ano é 2.020 D.C. - ou seja, daqui a nove anos - e uma conversa entre avô e neto tem início a partir da seguinte interpelação:
– Vovô, por que o mundo está acabando?
A calma da pergunta revela a inocência da alma infante. E no mesmo tom vem a resposta:
– Porque não existem mais PROFESSORES, meu anjo.
– Professores? Mas o que é isso? O que fazia um professor?
O
velho responde, então, que professores eram homens e mulheres
elegantes e dedicados, que se expressavam sempre de maneira muito culta
e que, muitos anos atrás, transmitiam conhecimentos e ensinavam as
pessoas a ler, falar, escrever, se comportar, localizar-se no mundo e
na história, entre muitas outras coisas. Principalmente, ensinavam as
pessoas a pensar.
– Eles ensinavam tudo isso? Mas eles eram sábios?
– Sim,
ensinavam, mas não eram todos sábios. Apenas alguns, os grandes
professores, que ensinavam outros professores, e eram amados pelos
alunos.
– E como foi que eles desapareceram, vovô?
– Ah,
foi tudo parte de um plano secreto e genial, que foi executado aos
poucos por alguns vilões da sociedade. O vovô não se lembra direito do
que veio primeiro, mas sem dúvida, os políticos ajudaram muito. Eles
acabaram com todas as formas de avaliação dos alunos, apenas para
mostrar estatísticas de aprovação. Assim, sabendo ou não sabendo alguma
coisa, os alunos eram aprovados. Isso liquidou o estímulo para o estudo
e apenas os alunos mais interessados conseguiam aprender alguma coisa.
Depois,
muitas famílias estimularam a falta de respeito pelos professores, que
passaram a ser vistos como empregados de seus filhos. Estes foram
ensinados a dizer “eu estou pagando e você tem que me ensinar”, ou “para
que estudar se meu pai não estudou e ganha muito mais do que você” ou
ainda “meu pai me dá mais de mesada do que você ganha”. Isso quando não
iam os próprios pais gritar com os professores nas escolas. Para isso
muito ajudou a multiplicação de escolas particulares, as quais, mais
interessadas nas mensalidades que na qualidade do ensino, quando
recebiam reclamações dos pais, pressionavam os professores, dizendo que
eles não estavam conseguindo “gerenciar a relação com o aluno”. O
professores eram vítimas da violência – física, verbal e moral – que
lhes era destinada por pobres e ricos. Viraram saco de pancadas de todo
mundo.
Além disso, qualquer proposta
de ensino sério e inovador sempre esbarrava na obsessão dos pais com a
aprovação do filho no vestibular, para qualquer faculdade que fosse.
“Ah, eu quero saber se isso que vocês estão ensinando vai fazer meu
filho passar no vestibular”, diziam os pais nas reuniões com as
escolas. E assim, praticamente todo o ensino foi orientado para os
alunos passarem no vestibular. Lá se foi toda a aprendizagem de
conceitos, as discussões de ideias, tudo, enfim, virou decoração de
fórmulas. Com a Internet, os trabalhos escolares e as fórmulas ficaram
acessíveis a todos, e nunca mais ninguém precisou ir à escola para
estudar a sério.
Em seguida, os
professores foram desmoralizados. Seus salários foram gradativamente
sendo esquecidos e ninguém mais queria se dedicar à profissão. Quando
alguém criticava a qualidade do ensino, sempre vinha algum tonto dizer
que a culpa era do professor. As pessoas também se tornaram descrentes
da educação, pois viam que as pessoas “bem sucedidas” eram políticos e
empresários que os financiavam, modelos, jogadores de futebol, artistas
de novelas da televisão, sindicalistas – enfim, pessoas sem nenhuma
formação ou contribuição real para a sociedade.
segunda-feira, 1 de julho de 2013
UM SHOW DE CULTURA NO PROJETO CENTENÁRIO DE VINÍCIUS DE MORAES DO CURSO DE LETRAS PORTUGUÊS DA UNIVERSIDADE ABERTA-UFPI, NO POLO DA CIDADE DE INHUMA-PI.
Alunos do polo de Inhuma-PI, apresentaram o projeto: Centenário de Vinícius de Moraes abordando a vida e obra do POETINHA. A culminância dos trabalhos foi marcado
empenho, a preocupação, a vontade de que tudo saísse perfeito,a
empolgação e a alegria, tudo isso foi visto e apreciado por nós
professores (Irleny Lopes, Judson De Araujo Barbosa, Ana Luiza Gonçalves Rodrigues e Virmara Aguiar)
e pelo público que os prestigiaram. Ficamos encantados com a dedicação
de vocês! Continuem assim meus guerreiros e mais uma vez PARABÉNS!
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